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Como estruturar um programa Member Get Member poderoso

  • Beeviral 
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Empresas no mundo todo estão descobrindo que poucas estratégias são tão eficientes quanto transformar clientes em promotores ativos da marca. Enquanto algumas organizações geram milhões com indicações, outras passam meses tentando — sem qualquer resultado consistente.

A diferença entre esses dois cenários está na forma como o programa de indicação é estruturado.


O que é, de fato, um programa Member Get Member?

Member Get Member (MGM) não é simplesmente pedir ao cliente para “falar da gente para um amigo”.

MGM é engenharia de crescimento. É uma metodologia baseada em comportamento humano, incentivos certos, comunicação clara e, principalmente, um sistema que funcione todos os dias — mesmo quando ninguém está olhando diretamente para ele.


1. Defina o papel do MGM na estratégia de aquisição

Antes de mais nada, é preciso entender onde o MGM se encaixa na estratégia de crescimento da empresa.

Não se cria um canal só porque “todo mundo está fazendo”. Um bom programa começa com perguntas estratégicas:

  • Qual será o impacto no CAC?
  • Que percentual do pipeline virá por indicação?
  • Quais grupos de clientes têm maior potencial de se tornarem promotores naturais?

Sem essas respostas, qualquer tentativa vira improviso. E improviso não escala.


2. Estruture as bases do programa

Aqui entram os elementos que sustentam o programa de indicação:

  • Recompensas: desejáveis, simples e justas.
  • Regras: claras e diretas, para que o cliente entenda exatamente o que fazer e o que recebe em troca.
  • Materiais de divulgação: pensados para viralizar com um clique, sem exigir esforço.
  • Transparência: o cliente precisa ver o impacto da sua indicação.

Lembre-se: um bom programa não depende da memória do cliente, mas da facilidade do processo.


3. Execute com consistência

A execução prática é onde a maioria falha — não pela falta de estratégia, mas pela ausência de constância.

Alguns elementos essenciais aqui:

  • Campanhas de ativação recorrentes
  • Rituais semanais de divulgação
  • Testes de copy e materiais personalizados
  • Conteúdos educativos sobre o valor da indicação
  • Jornadas específicas por segmento

Indicação é comportamento. E comportamentos precisam ser estimulados continuamente, não apenas solicitados uma única vez.


4. A tecnologia como alavanca

Sem tecnologia, o programa não escala.

É ela que permite:

  • Geração de links únicos por usuário
  • Rastreamento de quem indicou quem
  • Pagamento automático de recompensas
  • Integração com o CRM e sistemas antifraude
  • Notificações e acompanhamento em tempo real

Programas manuais morrem rápido. Burocracia mata a experiência. Automatização é o que transforma o MGM em um motor sustentável.


5. Comunicação simples = mais indicações

MGM não funciona com mensagens complexas. Quanto mais simples a explicação, maior o volume de indicações.

A maioria dos programas que falham não erra na recompensa — mas na forma de explicar o programa.

As pessoas não indicam porque não entenderam como indicar.

Clareza é crescimento.


6. O fator humano: promotores, não recrutadores

Por fim, nenhum cliente indica algo em que não acredita.

Um bom programa faz o cliente se sentir parte da marca, valoriza seu esforço e reforça o impacto da indicação.

Empresas que tratam seus promotores como parceiros — e não como meros recrutadores — conseguem criar comunidades vivas ao redor da marca, sustentando o canal no longo prazo.


Quando o programa funciona, os resultados aparecem

Quando todas essas peças se conectam, o Member Get Member deixa de ser um experimento e se torna um motor previsível e escalável de aquisição.

Resultados deixam de ser esporádicos. O CAC reduz, as vendas aceleram e o crescimento se sustenta — mesmo em contextos desafiadores.


Conclusão

MGM não funciona com improviso. Ele funciona com método.

E quando aplicado com estratégia, estrutura e tecnologia, deixa de ser apenas uma oportunidade — e se torna uma das fontes mais poderosas de crescimento que uma empresa pode ter.

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